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Cirurgia de Lipedema: Realize com Uma das Pioneiras do Brasil

Dra Juliana Reis; cirurgiã plástica no Ibirapuera; tratamento para lipedema; tratamento para lipedema no Ibirapuera; cirurgia de lipedema; cirurgia de lipedema no Ibirapuera; Instituto Lipedema Brasil Ibirapuera; cirurgia e tratamento para lipedema; cirurgia e tratamento para lipedema no Ibirapuera; lipoaspiração de braços e coxas; contorno corporal pós-emagrecimento; cirurgiã plástica formada na USP; tratamento cirúrgico para lipedema; equipe multidisciplinar para tratamento de lipedema; cirurgia reparadora da barriga e mama; lipoescultura de alta performance; cirurgiã plástica com foco em estilo de vida; melhores cirurgiões de lipedema do Brasil; expectativa real de cirurgia plástica; telemedicina; acompanhamento pré e pós operatório para lipedema;cirurgia de lipedema

Você convive há anos com dores nas pernas, sensação de peso e aquele incômodo que nenhuma dieta resolve? Talvez já tenha ouvido que é apenas “gordura localizada” ou “falta de esforço”, mas no fundo sente que existe algo diferente acontecendo com o seu corpo. Se você chegou até aqui buscando informação séria sobre a cirurgia de lipedema, quero começar de um jeito simples: a primeira coisa que faço em consultório é ouvir, de verdade, a sua história. Antes de pensar em qualquer procedimento, entendo a queixa, o impacto na sua rotina e as expectativas que você traz.

O lipedema é uma doença real, com sintomas reais, e merece um tratamento conduzido por quem entende profundamente do tema. Ao longo deste texto, vou explicar o que é a doença, quando a cirurgia faz sentido, quais são seus limites e por que o resultado depende de muito mais do que o centro cirúrgico. Tudo isso com a sinceridade que considero indispensável na relação entre médica e paciente.

O que é lipedema e por que ele é diferente de obesidade?

O lipedema é frequentemente confundido com obesidade ou com simples acúmulo de gordura, mas ele é uma condição distinta. Trata-se de uma doença do tecido conjuntivo, na qual o tecido adiposo é um dos principais acometidos. Ou seja, não se resume a um maior número de células de gordura: há mais inflamação, mais fibrose, mais flacidez, maior frouxidão ligamentar e um risco aumentado de complicações ortopédicas ao longo do tempo.

É importante esclarecer uma confusão comum: lipedema e obesidade são doenças diferentes. Uma não se transforma na outra. Contudo, é extremamente frequente que as duas coexistam. O acúmulo de gordura característico do lipedema e os sintomas associados, como dor e peso nas pernas, podem levar a deformidades e a maior sedentarismo, fatores que podem favorecer o ganho de peso. Por isso, embora sejam condições distintas, elas costumam caminhar juntas em muitas pacientes.

Outro ponto relevante diz respeito ao risco metabólico. No lipedema isolado, esse risco tende a ser menor do que na obesidade. No entanto, quando há obesidade associada, o risco metabólico passa a ser o da obesidade. Esse é um dos motivos pelos quais a avaliação precisa ser individualizada e conduzida por uma equipe que conheça as particularidades da doença.

Como saber se tenho lipedema? Quais são os sinais?

A dor é o sintoma mais comum, mas não está presente em todas as pacientes. Estudos indicam que cerca de 86% das mulheres com lipedema relatam dor, o que significa que aproximadamente 14% não apresentam esse sintoma. Portanto, a ausência de dor não exclui o diagnóstico. Por outro lado, é fundamental que existam sintomas: pacientes com distribuição de gordura desproporcional, porém sem nenhum sintoma, não são consideradas portadoras de lipedema.

Entre os achados clínicos, é comum observar uma desproporção entre a parte superior e a parte inferior do corpo, sensação de peso, facilidade para formar hematomas e o chamado “sinal do garrote”, em que há uma transição abrupta entre a área acometida e os pés ou as mãos, que costumam ser poupados. Esses sinais ajudam no diagnóstico, mas a avaliação presencial e a escuta atenta da história clínica continuam sendo insubstituíveis.

Vale destacar que o lipedema é mais comumente associado à obesidade, mas mulheres magras também podem ter a doença e, muitas vezes, são extremamente sintomáticas. O ganho de peso não é uma condição necessária para o diagnóstico. Portanto, o lipedema não é uma condição exclusiva de mulheres com obesidade.

Lipedema é uma doença só de mulheres?

O lipedema é predominantemente feminino. Em homens, ele é extremamente raro e, quando ocorre, geralmente está associado a problemas hormonais ou a outras patologias. Essa característica predominantemente feminina reforça a importância de um acolhimento adequado, já que muitas mulheres passam anos sem diagnóstico, sendo orientadas apenas a “emagrecer”, o que aumenta a frustração e o sofrimento.

Quando a cirurgia de lipedema é indicada?

Preciso ser muito sincera neste ponto: não existe tratamento mágico para o lipedema, nem um único tratamento isolado altamente eficaz. O que existe são diversas intervenções que, somadas, podem trazer um resultado muito bom. Essa é justamente a razão pela qual o acompanhamento com alguém que conhece a fundo o tema faz tanta diferença, pois permite construir um plano com opções que façam sentido para cada caso.

A cirurgia de lipedema, baseada na lipoaspiração, é uma ferramenta importante, especialmente quando o tratamento conservador já foi conduzido e os sintomas persistem ou comprometem significativamente a qualidade de vida. O objetivo não é apenas estético: a remoção do tecido adiposo doente pode reduzir a dor, melhorar a mobilidade e diminuir o peso percebido nas pernas e nos braços. Com o tratamento adequado, muitas vezes é possível viver com menos dor e mais funcionalidade no dia a dia.

Em muitos casos, realizo a lipoaspiração de braços e coxas, além de outras regiões acometidas, sempre com uma técnica voltada para preservar estruturas importantes e respeitar as particularidades da doença. Quando há flacidez ou necessidade de melhora do contorno, utilizo tecnologias voltadas para a retração de pele, sempre indicadas conforme a avaliação individual. O planejamento é feito caso a caso, sem promessas de resultados idênticos para todas as pacientes.

O tratamento conservador ainda é necessário antes da cirurgia?

Sim. O tratamento conservador para lipedema é parte fundamental do cuidado, tanto antes quanto depois de qualquer procedimento cirúrgico. Ele envolve medidas como drenagem, uso de compressão quando indicado, ajustes na alimentação e prática regular de exercícios físicos. Não se trata de pré-requisito burocrático, mas de um conjunto de cuidados que melhora a saúde global e contribui diretamente para o resultado da cirurgia.

Os exercícios físicos são fundamentais nesse processo, mas precisam de critério. É necessário ter controle de intensidade e de volume, avaliar a adaptação individual e evitar alto impacto quando indicado. Atividades na água são excelentes, porém definitivamente não são as únicas recomendadas. Musculação, pilates, bicicleta, yoga e caminhadas, por exemplo, são ótimas opções, sempre ajustadas à realidade de cada paciente. Por esse motivo, não prescrevo uma única modalidade como solução universal: a escolha deve ser orientada de forma personalizada.

Por que o estilo de vida influencia tanto o resultado da cirurgia?

Como cirurgiã plástica formada pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), percebi cedo que o sucesso de um procedimento não se decide apenas dentro do centro cirúrgico. O resultado estético e a recuperação estão profundamente ligados aos hábitos do paciente. Por isso, utilizo ferramentas e pilares da medicina do estilo de vida na minha prática como cirurgiã plástica, integrando alimentação, atividade física e cuidado contínuo ao planejamento cirúrgico.

Esse posicionamento não significa adiar indefinidamente a cirurgia, mas sim preparar o corpo para responder melhor, reduzir riscos e prolongar os benefícios obtidos. Quando a paciente compreende que a cirurgia é uma etapa dentro de um cuidado mais amplo, os resultados tendem a ser mais consistentes e duradouros. É uma abordagem que enxerga a pessoa como um todo, e não apenas a queixa estética.

A cirurgia de lipedema cura a doença?

Preciso ser transparente: a cirurgia não cura o lipedema. Ela remove o tecido adiposo doente em determinadas regiões e pode trazer melhora significativa dos sintomas e da qualidade de vida, mas a doença exige cuidado contínuo. Por isso, o acompanhamento pré e pós-operatório para lipedema é tão importante quanto o próprio procedimento. Sem essa continuidade, parte dos benefícios pode ser perdida ao longo do tempo.

Essa é uma das razões pelas quais valorizo tanto o alinhamento de expectativas. Discuto abertamente os prós, os contras e os limites reais de cada intervenção. Não acredito em uma medicina que vende corpos perfeitos; acredito em uma medicina que devolve funcionalidade, reduz dor e respeita a individualidade de cada paciente. A decisão precisa ser tomada com informação clara e segurança.

O plano de saúde cobre a cirurgia de lipedema?

Essa é uma dúvida frequente e merece uma resposta honesta. O lipedema foi reconhecido como doença pelo CID-11, o código internacional de doenças. No entanto, os convênios pagam por procedimentos, e o procedimento envolvido no tratamento cirúrgico é a lipoaspiração, que, com essa finalidade, não está no rol da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), responsável por regulamentar o que deve ser coberto pelos planos. Por esse motivo, até o momento, os convênios não cobrem essa cirurgia.

Compreendo que essa informação possa gerar frustração, mas prefiro que você saiba da realidade desde a primeira consulta. Transparência também é cuidado, e tomar decisões com clareza sobre custos e expectativas faz parte de um tratamento responsável.

Quem é o médico ideal para realizar a cirurgia de lipedema?

O profissional indicado para a cirurgia de lipedema é o cirurgião plástico com experiência específica na doença. Isso porque a técnica precisa respeitar as particularidades do tecido acometido, evitar complicações e oferecer um planejamento individualizado. Não basta dominar a lipoaspiração estética convencional; é necessário entender o comportamento da doença e suas implicações no corpo como um todo.

Fui uma das primeiras médicas a realizar a cirurgia de lipedema no Brasil, em 2015, ao lado do Dr. Fábio Kamamoto. Desde então, dediquei grande parte da minha trajetória à área de lipedema, acumulando experiência e expertise no atendimento de pacientes com essa condição. Hoje, como diretora clínica da unidade Ibirapuera do Instituto Lipedema Brasil, conduzo esse cuidado com uma equipe estruturada e protocolos consolidados.

Como funciona o atendimento multidisciplinar na unidade Ibirapuera?

Acredito que o tratamento de lipedema só atinge seu melhor resultado quando é conduzido por uma equipe multidisciplinar. Na unidade Ibirapuera, em São Paulo, o acompanhamento integra avaliação cirúrgica, nutricional e endocrinológica, com planos voltados para o cuidado pré e pós-operatório. Dessa forma, cada paciente recebe um olhar completo sobre sua saúde, e não apenas uma indicação isolada.

A localização também foi pensada para facilitar o acesso. A unidade fica próxima ao aeroporto de Congonhas, o que torna o deslocamento mais simples para pacientes que vêm de diferentes regiões do Brasil. Além disso, atuo fortemente em telemedicina, o que permite atender pacientes de todo o país e do exterior, tanto em avaliações iniciais quanto no acompanhamento ao longo do tratamento.

A cirurgia plástica de lipedema serve apenas para quem tem a doença?

Não. Embora o lipedema seja uma área de grande dedicação no meu trabalho, atuo amplamente em cirurgia plástica estética e reparadora. Realizo procedimentos de contorno corporal, lipoescultura de alta performance, lipoaspiração de diversas regiões, cirurgias de mama e cirurgia reparadora da barriga e da mama. Atendo também pacientes que passaram por grandes emagrecimentos e necessitam de cirurgias reparadoras para adequar o contorno corporal.

Em todos esses casos, mantenho a mesma filosofia: excelência técnica unida ao cuidado real com a saúde e ao alinhamento honesto de expectativas. O contorno corporal pós-emagrecimento, por exemplo, exige planejamento cuidadoso, respeito ao tempo de cada organismo e uma conversa franca sobre o que é possível alcançar. Resultados excelentes são buscados, mas sempre dentro do que é seguro e realista.

Por que confiar neste conteúdo?

Este artigo foi redigido com base em diretrizes e evidências reconhecidas, garantindo informações alinhadas aos protocolos médicos mais seguros e realistas da cirurgia plástica moderna. As principais fontes que embasam o conteúdo são:

  • Diretrizes da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP);
  • Orientações da American Society of Plastic Surgeons (ASPS);
  • Publicações científicas indexadas e revisões sobre lipedema disponíveis em bases como PubMed e SciELO;
  • Materiais de referência da Lipedema Foundation;
  • Protocolos clínicos do Instituto Lipedema Brasil;
  • Classificação Internacional de Doenças (CID-11) quanto ao reconhecimento do lipedema.

Além disso, este conteúdo reflete a experiência clínica de uma cirurgiã plástica formada pela USP, com grande expertise na área de lipedema e atuação como diretora clínica da unidade Ibirapuera do Instituto Lipedema Brasil. As informações foram revisadas pela Dra. Juliana O. G. Reis (CRM-SP 120293 | RQE 47596), assegurando rigor técnico e responsabilidade ética.

Perguntas frequentes sobre cirurgia de lipedema

A cirurgia de lipedema elimina a dor para sempre? Não há garantia absoluta. A cirurgia pode reduzir significativamente a dor e o peso nas pernas, e, com o tratamento adequado, muitas vezes é possível viver com menos dor. Contudo, o cuidado contínuo é essencial para manter os resultados.

Mulheres magras podem ter lipedema? Sim. Mulheres magras podem apresentar lipedema e, em muitos casos, são bastante sintomáticas. O ganho de peso não é necessário para o diagnóstico.

Preciso emagrecer antes da cirurgia? Cada caso é avaliado individualmente. O foco não está em um número na balança, mas na melhora da saúde global, no controle dos sintomas e na preparação adequada do corpo para o procedimento.

Posso fazer a avaliação inicial a distância? Sim. Atendo por telemedicina pacientes de todo o Brasil e do exterior, com possibilidade de complementação presencial na unidade Ibirapuera quando necessário.

O lipedema sempre causa flacidez após a cirurgia? A flacidez pode ocorrer, dependendo das características da pele e do grau da doença. Por isso, utilizo tecnologias voltadas para a retração de pele, indicadas conforme cada caso.

Conclusão

Se você convive com dor, peso nas pernas e desconforto que nenhuma dieta resolve, saiba que existe um caminho sério, baseado em ciência e conduzido com sinceridade. O tratamento e a cirurgia de lipedema exigem experiência, planejamento individualizado e um olhar para a saúde como um todo, e não apenas para a estética. Esse é o cuidado que ofereço, unindo técnica cirúrgica de excelência às ferramentas da medicina do estilo de vida.

Se busca um atendimento que alia rigor técnico, acompanhamento multidisciplinar e honestidade sobre prós, contras e limites reais, agende sua avaliação presencial na unidade Ibirapuera ou online comigo, Dra. Juliana Reis — CRM-SP 120293 | RQE 47596. Juntas, vamos traçar o melhor plano para o seu caso, com segurança e cuidado real com a sua saúde.

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