Notícias e novidades

Tratamento de lipedema: equipe multidisciplinar no Ibirapuera

Dra Juliana Reis; cirurgiã plástica no Ibirapuera; tratamento para lipedema; tratamento para lipedema no Ibirapuera; cirurgia de lipedema; cirurgia de lipedema no Ibirapuera; Instituto Lipedema Brasil Ibirapuera; cirurgia e tratamento para lipedema; cirurgia e tratamento para lipedema no Ibirapuera; lipoaspiração de braços e coxas; contorno corporal pós-emagrecimento; cirurgiã plástica formada na USP; tratamento cirúrgico para lipedema; equipe multidisciplinar para tratamento de lipedema; cirurgia reparadora da barriga e mama; lipoescultura de alta performance; cirurgiã plástica com foco em estilo de vida; melhores cirurgiões de lipedema do Brasil; expectativa real de cirurgia plástica; telemedicina; acompanhamento pré e pós operatório para lipedema;tratamento de lipedema

Você sente dores e peso constante nas pernas que nenhuma dieta ou rotina extenuante de academia consegue resolver? Ou, talvez, busque melhorar o contorno do seu corpo de maneira ampla, mas tem receio daquelas promessas estéticas mirabolantes que infelizmente não condizem com a realidade médica? No meu consultório, a primeira coisa que faço, antes de qualquer avaliação física, é ouvir ativamente a sua história. Sei que o caminho até o diagnóstico e o tratamento de lipedema frequentemente é marcado por frustrações, dores silenciosas e pela sensação de que o próprio corpo não responde aos seus esforços.

O resultado da sua cirurgia plástica não depende apenas do que acontece dentro do centro cirúrgico. Como cirurgiã plástica formada na USP, com grande experiência na área de lipedema, percebi logo cedo que o sucesso estético, a segurança do procedimento e a qualidade da sua recuperação estão intimamente ligados ao seu estilo de vida e ao preparo prévio do seu organismo. É por isso que, quando recebo pacientes com queixas relacionadas ao lipedema ou buscando melhorias no contorno corporal pós-emagrecimento, nós organizamos um plano estruturado de saúde integral antes mesmo de pensar no bisturi.

Fui uma das pioneiras na realização da cirurgia de lipedema no Brasil em 2015, atuando junto com o Dr. Fábio Kamamoto. Hoje, como diretora clínica da unidade Ibirapuera do Instituto Lipedema Brasil, ofereço um acompanhamento com equipe multidisciplinar completa, incluindo nutricionistas, endocrinologistas e fisioterapeutas. Sou extremamente transparente e sincera sobre os prós, os contras e os limites reais da cirurgia plástica, garantindo que a sua decisão seja sempre cem por cento segura, realista e focada na sua saúde global. A nossa nova unidade está localizada em São Paulo, estrategicamente próxima ao aeroporto de Congonhas, para facilitar o acesso de pacientes que viajam de todas as partes do Brasil e do exterior em busca de um acolhimento diferenciado.

O que é lipedema e como o diagnóstico é feito?

Para compreendermos o tratamento, primeiro precisamos entender a natureza da doença. Diferente do que muitas pessoas e até mesmo profissionais de saúde acreditam, o lipedema não é apenas uma doença do tecido adiposo (da gordura). Trata-se de uma doença crônica do tecido conjuntivo, na qual o tecido adiposo é um dos principais acometidos. Isso significa que a condição não se resume apenas a um maior acúmulo de adipócitos nas pernas, coxas ou braços. Existe muito mais do que isso: há um processo crônico de inflamação, uma maior tendência à fibrose, mais flacidez, uma notável frouxidão ligamentar e, consequentemente, um risco muito maior de desenvolver complicações ortopédicas ao longo da vida, como desgaste de articulações e problemas de mobilidade.

O sintoma mais comum relatado pelas pacientes no consultório é a dor. Contudo, é fundamental ressaltar que a dor não está presente em cem por cento dos casos. Estatísticas mostram que a dor afeta cerca de 86% das pacientes, o que significa que existe uma parcela de 14% de mulheres que têm lipedema, mas não sentem dores agudas. A ausência de dor, portanto, não exclui o diagnóstico de lipedema. Por outro lado, para que a doença seja diagnosticada, é necessário que existam sintomas clínicos. Pacientes com distribuição de gordura desproporcional nas pernas ou braços, mas sem nenhum sintoma associado (como peso, hematomas fáceis, inchaço crônico ou cansaço extremo), não são portadoras de lipedema; elas possuem apenas um biotipo diferente.

Um sinal clássico e muito importante que avaliamos durante o exame físico no consultório é o chamado “sinal do garrote”. Esse sinal ocorre quando o acúmulo de gordura do lipedema forma um anel bem delimitado logo acima do tornozelo ou do punho, poupando os pés e as mãos. Esse detalhe anatômico é um forte indicativo clínico da patologia.

Mulheres magras ou homens podem ter lipedema?

Essa é uma dúvida extremamente comum e gera muita confusão. O lipedema é, sim, mais comumente associado ao excesso de peso em geral, mas mulheres magras podem ter lipedema e, muitas vezes, são extremamente sintomáticas. O ganho de peso generalizado não é uma condição obrigatória e nem necessária para que o diagnóstico seja feito. O lipedema definitivamente não é uma condição exclusiva de mulheres obesas. Muitas pacientes chegam ao meu consultório frustradas por terem um peso considerado ideal na balança ou um índice de massa corporal (IMC) normal, mas ainda assim carregam pernas pesadas, doloridas e desproporcionais ao resto do corpo.

A relação entre lipedema e obesidade também precisa ser esclarecida. Lipedema e obesidade são doenças distintas. O lipedema não “vira” obesidade, e a obesidade não “vira” lipedema. Entretanto, é extremamente frequente que as duas patologias coexistam na mesma paciente. O acúmulo desproporcional de gordura provocado pelo lipedema, somado aos sintomas incapacitantes como dores intensas e sensação de peso nas pernas, frequentemente leva a deformidades progressivas e a uma redução drástica na mobilidade. Isso acaba gerando um aumento do sedentarismo, que, por sua vez, agrava o ganho de peso global e pode desencadear ou piorar a obesidade. Ou seja: são condições separadas, mas que frequentemente andam de mãos dadas e precisam ser tratadas em conjunto para o bem da saúde integral do paciente.

Quando o assunto se volta para o público masculino, é preciso enfatizar que o lipedema em homens é uma condição extremamente rara. A patologia é predominantemente feminina, muitas vezes desencadeada ou agravada por marcos hormonais ao longo da vida da mulher (como a puberdade, gestações ou a menopausa). Nos raros casos em que a doença afeta os homens, o quadro geralmente está associado a problemas hormonais subjacentes ou a outras patologias que precisam ser rigorosamente investigadas por uma equipe médica especializada.

Por que uma equipe multidisciplinar para tratamento de lipedema é essencial?

O tratamento do lipedema é complexo e não existe uma pílula mágica, um tratamento único e definitivo ou uma cirurgia milagrosa que resolva todos os problemas do dia para a noite de forma isolada. Não existe tratamento mágico para o lipedema e não existe um único tratamento que seja, sozinho, altamente eficaz. Mas a boa notícia é que existem muitas pequenas intervenções clínicas e cirúrgicas que, quando somadas e aplicadas em conjunto, podem trazer um resultado excelente e devolver a qualidade de vida da paciente.

Isso justifica a importância crucial do acompanhamento com uma equipe que entenda profundamente do tema. Ter opções que façam sentido para o momento de vida de cada paciente, para suas limitações ortopédicas e para suas demandas metabólicas é o que realmente muda o desfecho da doença a longo prazo. No Instituto Lipedema Brasil Ibirapuera, nós contamos com uma equipe multidisciplinar para tratamento de lipedema preparada para acolher você de forma integral. Trabalhamos de forma muito integrada: nutricionistas avaliam a necessidade de modulação alimentar para desinflamar o organismo; endocrinologistas investigam a fundo o status metabólico, vitamínico e hormonal; fisioterapeutas auxiliam com terapias de descongestão, drenagem linfática específica e orientação de movimento.

Esse esforço conjunto não é exclusividade das pacientes de lipedema. Ele se estende, por exemplo, às minhas pacientes de cirurgia reparadora da barriga e mama, bem como àquelas que buscam contorno corporal pós-emagrecimento. Uma paciente que passou por uma grande perda de peso (seja por bariátrica ou mudança de hábitos) também apresenta desafios em seu tecido conjuntivo, deficiências vitamínicas e flacidez severa. Cuidar de toda essa base metabólica antes da plástica é o que garante uma lipoescultura de alta performance com resultados consistentes e uma recuperação muito mais tranquila e segura.

Qual é o papel do estilo de vida na cirurgia de lipedema?

Eu utilizo ferramentas, bases e pilares da medicina do estilo de vida no meu atendimento como cirurgiã plástica. O meu objetivo não é atuar como clínica geral do seu dia a dia, mas sim usar esse conhecimento embasado cientificamente para preparar o terreno onde a cirurgia plástica será realizada. A minha especialidade principal é a cirurgia plástica, estética e reparadora, mas entendi ao longo dos anos que aplicar os conceitos do estilo de vida eleva o padrão de segurança e o nível estético dos nossos resultados.

Isso significa que eu oriento ativamente minhas pacientes sobre a importância da nutrição anti-inflamatória, do controle do estresse, da qualidade do sono e da atividade física regular. Quando falamos de exercícios no contexto do lipedema, é preciso ter muito critério. Os exercícios físicos devem ter controle de intensidade, do volume de carga, avaliar a adaptação individual de cada paciente e, sempre que possível, evitar atividades de alto impacto que possam agravar dores articulares ou frouxidão ligamentar.

Exercícios na água, como natação e hidroginástica, são excelentes opções, pois a pressão hidrostática atua como uma drenagem linfática natural, além de pouparem as articulações. Mas definitivamente não são os únicos recomendados. A musculação (treino de força) é importantíssima para fortalecer a musculatura, estabilizar as articulações e melhorar o retorno venoso. Pilates, bicicleta, yoga e caminhadas leves também são excelentes opções para manter o corpo em movimento e auxiliar na redução da inflamação. O segredo é a constância e a adaptação à sua tolerância física, sempre acompanhada de perto por bons profissionais da educação física e da fisioterapia.

Como funciona o tratamento conservador para lipedema antes da cirurgia?

O tratamento conservador para lipedema é a primeira linha de cuidado. É ele que prepara o seu corpo para qualquer possível intervenção cirúrgica e, muitas vezes, é responsável por reduzir grande parte do quadro doloroso. Como já expliquei, o risco metabólico de uma paciente com lipedema tende a ser menor do que na obesidade isolada. Porém, quando existe obesidade associada ao lipedema, o risco metabólico passa a ser o risco da própria obesidade, exigindo intervenções rápidas e eficazes para proteger o sistema cardiovascular da paciente.

O acompanhamento pré e pós operatório para lipedema envolve um preparo que chamamos de otimização clínica. Isso inclui o uso de malhas de compressão elástica específicas (quando indicadas), a regulação da alimentação focando em nutrientes que diminuem a resposta inflamatória crônica sistêmica, o ajuste da rotina de sono e a introdução gradual dos exercícios adequados. Com o tratamento clínico e conservador adequado e contínuo, muitas vezes é possível viver sem dor, com muito mais leveza, mesmo antes de considerarmos a cirurgia de fato.

A telemedicina tem sido uma aliada fantástica nessa fase de otimização clínica. Consigo acompanhar minhas pacientes que moram em outros estados do Brasil e até no exterior, coordenando o preparo pré-operatório à distância em conjunto com a minha equipe, exigindo a vinda presencial à clínica apenas para avaliações físicas pontuais, para a realização da cirurgia e para o acompanhamento pós-operatório imediato.

Quais as expectativas reais da lipoaspiração de braços e coxas no lipedema?

A cirurgia e tratamento para lipedema, quando indicados após o esgotamento ou otimização do tratamento clínico conservador, têm o objetivo primário de remover o tecido doente, aliviar os sintomas (dor e peso) e prevenir a progressão ortopédica e linfática da doença. O ganho de contorno corporal e estético é uma consequência maravilhosa desse processo, mas a prioridade inicial é devolver a função dos membros e a saúde global.

A cirurgia principal para o tratamento do lipedema é a lipoaspiração. Realizamos a lipoaspiração de braços e coxas, panturrilhas, tornozelos (dependendo de onde a doença se concentra) de forma muito minuciosa, com cânulas adequadas para preservar a rede linfática da paciente. Para lidar com a questão da flacidez, que, como vimos, já é uma característica intrínseca do lipedema devido ao acometimento do tecido conjuntivo, eu utilizo durante o procedimento cirúrgico diversas tecnologias avançadas de retração de pele. Essas tecnologias emitem energias específicas por baixo da derme, estimulando a produção de colágeno e promovendo uma contração tecidual importante, diminuindo as chances de a paciente precisar de cortes extensos para retirada de pele (como numa dermolipectomia), embora cada caso precise ser avaliado individualmente.

É vital ter uma expectativa real de cirurgia plástica. A lipoaspiração vai melhorar muito o contorno e retirar o volume de gordura doente, mas não existe corpo perfeito, e o resultado final da retração da pele depende da qualidade do seu colágeno, da sua idade e do seu estilo de vida no pré e pós-operatório. A flacidez residual é uma possibilidade real, e por isso o alinhamento de expectativas que faço durante a consulta presencial ou por telemedicina é extremamente sincero. Meu papel é dizer exatamente o que a cirurgia pode fazer por você e, igualmente, o que ela não pode fazer.

O convênio médico cobre a cirurgia e tratamento para lipedema?

Uma dúvida muito frequente e que causa angústia em várias pacientes diz respeito à cobertura dos planos de saúde. É importante esclarecer isso com muita transparência. O lipedema, recentemente, foi reconhecido como doença de forma oficial e incluído no CID-11 (Código Internacional de Doenças), o que representou um avanço imenso na conscientização e no diagnóstico médico global.

Porém, as operadoras de saúde (os convênios) não pagam pelo tratamento de doenças de forma abstrata; elas pagam por “procedimentos” médicos listados em um rol específico. No caso do tratamento cirúrgico do lipedema, o procedimento realizado é a lipoaspiração. Acontece que a lipoaspiração não está incluída no rol de procedimentos de cobertura obrigatória da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), que é o órgão que regulamenta os procedimentos a serem cobertos pelos convênios médicos no Brasil.

Então, até o momento, as operadoras de saúde não oferecem cobertura para a cirurgia de lipoaspiração, mesmo ela sendo realizada como tratamento para a doença lipedema. Toda a estruturação financeira para a cirurgia de lipedema costuma ser particular, embora tratamentos adjacentes e algumas consultas com outras especialidades (como endocrinologia e exames laboratoriais) possam muitas vezes ser realizados através do convênio.

Quem é o médico ideal para realizar a cirurgia de lipedema e contorno corporal?

O médico ideal e capacitado para planejar, conduzir e realizar a cirurgia de lipedema com toda a segurança necessária é o cirurgião plástico com grande expertise e experiência na área de lipedema. O conhecimento anatômico do sistema linfático, o manejo de áreas extensas de lipoaspiração e a habilidade para lidar com tecidos flácidos são fundamentais. Somando minha formação pela Universidade de São Paulo (USP) à vivência diária com pacientes complexas de contorno corporal pós-emagrecimento e lipedema desde 2015, desenvolvi protocolos rigorosos de segurança cirúrgica.

É uma honra ser citada por muitas pacientes como uma referência entre os melhores cirurgiões de lipedema do Brasil, mas esse reconhecimento não vem de promessas fáceis. Ele vem do acompanhamento próximo, de falar a verdade para a paciente sentada à minha frente e do compromisso inegociável de tratar o corpo humano como um sistema interligado, onde cirurgia plástica e estilo de vida saudável caminham perfeitamente juntos.

Como é o acompanhamento pós-operatório?

O pós-operatório da cirurgia de lipedema e também das grandes cirurgias de contorno corporal demanda disciplina e paciência. A inflamação gerada pelo trauma cirúrgico é expressiva. Por isso, a drenagem linfática especializada e a fisioterapia pós-operatória precoce são inegociáveis. O uso constante e correto das malhas de compressão ajuda a remodelar o tecido e reduzir o inchaço.

No Instituto Lipedema Brasil Ibirapuera, acompanhamos essa evolução de perto. Recomendamos a manutenção dos pilares de estilo de vida, focando em uma dieta limpa, rica em proteínas e com alta hidratação para favorecer a cicatrização. A paciente precisa entender que a cirurgia retirou a gordura adoecida daquela região, mas a doença (que é do tecido conjuntivo e de cunho genético) continua existindo de forma crônica no seu corpo. Se os hábitos voltarem a ser inflamatórios e houver um grande ganho de peso, outras áreas não operadas podem piorar, e até o tecido operado pode sofrer prejuízos. A manutenção do resultado estético e funcional depende diretamente de escolhas diárias e ativas pela saúde.

Perguntas Frequentes (FAQ) Baseadas em Evidências

1. Existe exame de sangue ou de imagem que feche o diagnóstico do lipedema sozinho?

Não. O diagnóstico do lipedema é eminentemente clínico, ou seja, é feito no consultório pela história da paciente (anamnese) e pelo exame físico (identificando desproporção, consistência da gordura, dor à palpação, presença do sinal do garrote). Exames de imagem, como a ressonância magnética, a ultrassonografia de partes moles ou a cintilografia linfática, são usados como exames complementares. Eles ajudam a avaliar o grau de fibrose, a medir a espessura do tecido adiposo, a descartar outras condições como o linfedema puro, ou a diagnosticar problemas associados (como insuficiência venosa), mas não fazem o diagnóstico do lipedema de forma isolada.

2. Musculação piora a dor do lipedema?

Quando feita de maneira descontrolada, com cargas excessivas ou sem o devido fortalecimento prévio e acompanhamento de um educador físico especializado, qualquer atividade física intensa pode gerar picos de dor ou piorar o quadro articular. Contudo, a musculação com controle de volume, de intensidade e respeitando os limites da paciente, é um dos melhores exercícios para o tratamento crônico. Ela ajuda na construção de massa magra, estabiliza as articulações que costumam ser mais instáveis devido à frouxidão ligamentar do lipedema e auxilia a bomba muscular da panturrilha a melhorar o retorno linfático e venoso.

3. Homens podem ter lipedema?

Como mencionei no texto, o lipedema em homens é extremamente raro. A doença possui um forte gatilho genético ligado aos receptores hormonais femininos. Quando diagnosticado em homens, geralmente está intimamente associado a desordens hormonais importantes ou a patologias hepáticas graves que alteram o metabolismo. A investigação médica nesses casos deve ser profunda e multiprofissional.

4. O lipedema só afeta as pernas e coxas?

Embora seja muito mais conhecido pelo acometimento dos membros inferiores (coxas, pernas e tornozelos), o lipedema também afeta frequentemente os membros superiores. A lipoaspiração de braços é um procedimento muito comum nas pacientes com lipedema que se queixam de peso, dor e dificuldade de movimento nos membros superiores, atrapalhando atividades simples do dia a dia.

Por que confiar neste conteúdo?

  • Este artigo foi redigido com base nas diretrizes científicas mais atuais da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e de órgãos internacionais como a American Society of Plastic Surgeons (ASPS) e a Lipedema Foundation.
  • O conteúdo reflete os rígidos protocolos de tratamento do Instituto Lipedema Brasil e a vivência clínica diária.
  • As informações médicas contidas neste texto foram integralmente elaboradas e revisadas por mim, eu, Dra. Juliana Reis, médica cirurgiã plástica formada pelo Hospital das Clínicas da USP (CRM-SP 120293 | RQE 47596), atuando na vanguarda do tratamento cirúrgico do lipedema no Brasil desde 2015, com o compromisso de garantir que o seu tratamento siga os padrões éticos mais altos, alinhando medicina baseada em evidências, segurança e total franqueza sobre os resultados.

Conclusão e Próximos Passos

Enfrentar o lipedema não precisa ser uma jornada solitária, marcada pela frustração e pela falta de compreensão médica. Da mesma forma, buscar uma cirurgia reparadora ou um procedimento de contorno corporal exige responsabilidade e o suporte técnico de excelência. A estética do seu corpo é apenas a ponta do iceberg; por baixo dela, está a base complexa da sua saúde integral que nós, enquanto profissionais médicos dedicados, não podemos jamais negligenciar.

Se você busca um acolhimento real, excelência cirúrgica técnica e o cuidado de uma equipe estruturada para transformar a sua rotina e a sua saúde, agende sua avaliação conosco. Na unidade Ibirapuera do Instituto Lipedema Brasil, oferecemos consultas presenciais e a modalidade de telemedicina para que você, de qualquer lugar do país ou do mundo, possa iniciar a sua jornada rumo a uma vida com menos dor, mais mobilidade, autoaceitação e equilíbrio com resultados possíveis, naturais e duradouros. Vamos juntas traçar o plano terapêutico mais seguro e eficaz para o seu caso.

Outras noticias

Acompanhe as últimas notícias, novidades e atualizações sobre beleza e saúde e nossos produtos em nosso blog.